domingo, 13 de novembro de 2011

Cavalos abandonados no Cuiabá provocam revolta em muitos petropolitanos


Cavalos abandonados no Cuiabá provocam

 revolta em muitos petropolitanos

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Muitos dos animais estão visivelmente machucados e sem alimentação. / Anderson França
A imagem de cavalos 
abandonados às margens
 da Estrada Philúvio 
Cerqueira Rodrigues
 (Estrada de Teresópolis), 
próximo ao Km-4,5, em
 Itaipava,
 provocou revolta em muitos
 petropolitanos na última 
semana.
 A situação crítica em que
 eles se encontram não
incomodou somente aqueles 
que lutam pelos direitos
 dos animais. Os cavalos estão machucados, sem
 alimentação e desprotegidos da chuva e do sol.
De acordo com moradores da localidade, estes animais já estão no espaço
 há algum tempo e foram prejudicados pelas chuvas de janeiro, quando a
 terra resultante das enchentes cobriu a grama que lhes servia de alimento.
 A equipe de reportagem da Tribuna esteve no local no dia 3 de novembro
 e encontrou 10 cavalos e algumas vacas. A propriedade estava cercada
 com arame. 
Carlos Eduardo Pereira, que é presidente do Grupo de Assistência e Proteção
 aos Animais e ao Meio Ambiente, o Gapa-MA, afirma que os cavalos estão no 
topo da lista de animais que mais sofrem com situações de abandono e descaso.
 “Em longo prazo, os animais de grande porte da cidade deveriam ser cadastrados
 para que os responsáveis por situações como esta possam ser punidos”, 
destacou ele.
A Secretaria de Meio Ambiente informou que o núcleo de bem-estar animal esteve
 no local e constatou o estado inadequado das instalações e dos cuidados com os 
animais. No momento da vistoria, não foi possível localizar o proprietário do terreno,
 sendo solicitadas providências aos órgãos da prefeitura, visando identificar o dono
 dos animais e do imóvel.
Um processo administrativo foi instalado para que seja identificado o responsável e
 aplicada a penalidade e determinado o trato dos animais de forma adequada. Será
 solicitada a instauração de inquérito policial para apurar os crimes. A secretaria
 pede ainda que a população denuncie a identidade dos responsáveis através do 
telefone 2246-8963.
LEONNI PISSURNO
Redação Tribuna

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