quinta-feira, 5 de abril de 2018

Cerejeira: uma linda árvore brasileira com frutos deliciosos


Cerejeira: uma linda árvore brasileira com frutos deliciosos



Esta é a Cerejeira-do-rio-grande, também conhecida
 como cerejeira-do-mato ou simplesmente cerejeira.
 É uma árvore nativa da Mata Atlântica e ocorre nos
 estados das regiões Sul e Sudeste. Caracteriza-se pelo
 tronco reto e copa arredondada, pode chegar a 10 metros,
  na mata atinge até 15 metros. É perfeita para arborização
 em ruas estreitas. Mas o principal atrativo dessa espécie
 são os frutos saborosos que a árvore oferece durante a
 primavera.

Os frutos, que são disputados pelas aves (sabiás, bem-tevis,
 sanhaços, saíras, etc),  podem ser consumidos in-natura ou
 utilizados em receitas de doces.
Encontrei duas receitas bem interessantes com cerejas, mas 
acabei comendo as cerejas e não testei as receitas. Em todo
 caso, para quem estiver interessado, deixarei os links aqui.
Receita de Clafoutis: 
Receita de compota com cerejas: 
-ou-cereja-do-mato.html

Aconselhá-se o plantio da cerejeira-do-rio-grande em áreas 
de preservação, áreas degradadas e nas margens de rios.
Nome científico: Eugenia involucrata
Origem: Sul e Sudeste do Brasil
Clima: subtropical
Floresce e frutifica na primavera.
Reprodução: por sementes

quarta-feira, 14 de março de 2018

O mundo dos grandes felinos





Bem vindos a coluna de estreia! É tão difícil saber por onde começar a falar sobre esses maravilhosos animais... optei por uma introdução geral ao mundo absolutamente fascinante dos felinos.


O maravilhoso tigre siberiano, um dos meus animais favoritos.
Existem cerca de 37 espécies de felinos (o número varia porque alguns especialistas consideram algumas espécies separadamente e outros não), o maior é o Tigre Siberiano (ou Tigre de Amur), o peso-pesado que chega a mais de 350Kg. O menor é o Gato-Ferrugem, que mal chega aos 1,5kg.
Todos os felinos pertencem a família Felidae, que por sua vez contém 4 subfamílias:

Acinonychinae, são apenas os guepardos (Acinonyx): esses animais possuem características muito especiais, que abordarei numa futura coluna;
Felinae, que inclui Caracal, Catopuma, Felis, Herpailurus, Leopardus, Leptailurus, Lynx, Oncifelis, Oreailurus, Octolobus, Prionailurus, Profelis e Puma;
Pantherinae, contém Neofelis, Panthera, Pardofelis e Uncia;
Manchairodontinae, que são os extintos Tigres de Dente de Sabre.

A distribuição das populações nativas é bastante variada em quase todo o planeta, com exceção dos pólos e Oceania. Além do tamanho e da pelagem, não existe extrema variedade nas características dos felinos, selvagens ou domésticos: carnívoros obrigatórios, nasceram para a caça, garras e dentes afiadíssimos, visão e audição extremamente apuradas e uma graça no andar que é a inveja de qualquer outra espécie! Alguns deles, por exemplo os guepardos, linces e pumas ronronam como os nossos gatinhos domésticos!!!

O mais famoso dos grandes felinos, o majestoso leão.
No momento a opção mais fácil para fotografá-los é obviamente visitar um BOM zoológico, onde os animais são bem tratados, tem bastante espaço e atividades, ou um safári fotográfico no habitat natural, que é uma excelente opção pra quem tem tempo e dinheiro para uma fantástica aventura! Invista numa câmera decente (não precisa ser caríssima, hoje em dias existem centenas de opções), não tenha medo de tirar 10, 20 fotos do mesmo animal (mude o ângulo, sente no chão ou se estique) nem de aprender a usar programas de edição (vários são de graça). E pratique com os seus gatos, mas claro, não forcem os bichanos a fazerem poses, quanto mais divertido for para eles, maiores serão as oportunidades para o fotógrafo de capturar a pose perfeita. Também não adianta ficar gritando, assobiando ou fazer macaquices para chamar atenção dos gatos selvagens, só vai servir para assustá-los. Tenha paciência! Ou faça amizade com os funcionários do zoológico! Eu sempre tenho longas conversas, pergunto de tudo, nome do animal, dieta, comportamento etc. E os bichanos sabem que funcionário=comida e chegam pertinho, fique com a câmera preparada!

Detalhes importantes: os olhos e a pelagem única de alguns gatos,
como a Pantera-nebulosa.
Por falar em zoo, eu sei que muita gente é totalmente contra qualquer tipo de zoológico. Obviamente eu também adoraria que todos os animais fossem livres e vivessem a sua vida do jeito mais natural possível, mas infelizmente a maioria das espécies estão em vias de extinção principalmente pelas ações do mais cruel e eficiente predador que já existiu - o ser humano, que mata e destrói por prazer e ganância... a solução, na minha opinião, é EDUCAÇÃO, ensinar principalmente aos pequenos que todos os animais são parte importante da natureza e devem ser respeitados e admirados vivos!

Vocês têm algum gato selvagem favorito que gostariam de ver aqui? Deixem suas sugestões, perguntas, comentários (e correções também!) abaixo ou me sigam no Twitter! Até a próxima!

Bea

terça-feira, 13 de março de 2018

Mulher Gato




Agilidade, rapidez, sensibilidade e sutileza. Características que são absolutamente comuns aos nossos queridos felinos despertaram forte interesse em roteiristas desde a década de 1940 fazendo com que pensassem: o que um ser humano com tais habilidades poderia fazer? Que proezas seriam capazes de realizar? Mas como esse povo do entretenimento gosta de ver o “circo pegar fogo” nada melhor que atribuir esse talento todo a uma vilã. Assim nasceu Selina Kyle, a Mulher-Gato.


Há muito tempo a história da ladra que se utiliza do estilo sorrateiro dos gatos para executar seus crimes atormenta o “Homem-Morcego”. Existe pelo menos uma dezena de versões da bandida na TV e no cinema sem contar as dos quadrinhos. Variando entre vilã misteriosa ou uma personagem sexy sempre se utiliza das muitas facetas dos bichanos pra empreender seus atos.


Seja adquirindo seus poderes valendo-se do mito das 7 vidas ou mesmo apenas “emulando” os hábitos felinos em todas as suas versões ganhou destaque e até uma certa empatia com o público por ser um personagem bastante autônomo, inteligente e atraente, física e psicologicamente. O próprio Batman vive lutando contra seus instintos pra não “cair nas garras dessa gata”.


Dessa vez, a responsável por interpretar Selina será Anne Hathaway e com a proximidade do lançamento do novo filme de Christopher Nolan – a continuação da sua visão da história do Cavaleiro das Trevas – começam a surgir as primeiras imagens da atriz vestida como a vilã.


Suas duas últimas predecessoras, Halle Berry e Michelle Pfeiffer abusaram das roupas sensuais e também da elasticidade e capacidade aeróbica dos gatos.




Será que essa nova Mulher-Gato também seguirá essa linha ou vai se valer apenas de “brinquedinhos”?
Parece bem mais perigoso que um novelo, não?


O filme deve estrear apenas em Julho de 2012 mas já dá pra ter uma ideia do que veremos pela frente por essas imagens:




E vocês, gostam dos filmes ou seriados em que a Mulher-Gato participa? Tem alguma predileção por alguma? Deixe seu comentário.

Abraços

Alison

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

O que é proteger os animais


O que é proteger os animais

10 de outubro de 2011 às 8:37

Por Max Amaral
Para começar, gostaria de esclarecer que proteger animais não é chamar uma ONG ou ligar para um protetor independente quando um animal está sendo maltratado. Proteger animais também não é ficar no computador apenas repassando pedidos de ajuda, nem se sentir no direito de exigir e cobrar que pessoas ligadas à causa façam o que você considera certo fazer. Estas são apenas formas de divulgar ações e necessidades ligadas à causa, e não à proteção em sua essência.
Em primeiro lugar, é importante saber que protetores de animais são pessoas iguais a você, eles trabalham, estudam, possuem família, filhos, quintal pequeno, moram em apartamento em alguns casos, mas decidiram arregaçar as mangas e fazer a diferença. Um dia desses ouvi que “ser protetor de animais é um apostolado”, e isso significa você dedicar sua vida, seu tempo e seu dinheiro a uma causa que muito provavelmente “nunca” lhe trará nenhum retorno material. Consiste também em mudar seus hábitos alimentares (parar de consumir carne), hábitos de diversão (rodeios, vaquejadas, touradas, feiras de exposição, de exploração, de competição, etc.), hábitos de consumo (roupas de origem animal como casacos de pele, etc.), hábitos em geral.
O “protetor de animais” muda sua visão em relação à vida, passa a respeitar toda forma de vida, passa a lutar pela defesa dos direitos dos animais, pela castração, pela adoção, por leis mais rígidas e que os defendam, pela conscientização da população, contra a exploração animal em todas as suas formas, contra o comércio de animais, etc.
Ninguém muda estes hábitos facilmente, nenhuma pessoa que conheço amanheceu e disse: a partir de hoje sou um protetor de animais e vou deixar de fazer tudo o que fiz a minha vida inteira. A vontade de ajudar nos impulsiona a levantar e ir, com o tempo criamos cada vez mais a consciência em relação aos assuntos relacionados à causa, nossos hábitos são mudados aos poucos e gradativamente. É uma luta pessoal contra nós mesmos, e em alguns casos, contra nossos familiares, que não conseguem entender e aceitar essa mudança.
Ser um “protetor de animais” é ter responsabilidade social de maneira totalmente independente da caridade. Promover a conscientização em relação ao respeito dos animais é uma das bandeiras mais importantes da causa, fazer com que as pessoas enxerguem que o animal tem uma vida que precisa ser respeitada, é uma batalha constante. Os animais existem da mesma maneira que todos nós, possuem suas individualidades e não estão aqui para nos servir.
Os defensores dos animais devem ser felizes com sua bandeira, devem se orgulhar do que fazem. Se defender animais te trouxer algum tipo de angústia, talvez seja a hora de repensar e mudar de causa.
Os animais precisam de pessoas sensatas, que estejam sempre empenhadas em aprender, que estejam dispostas a tentar mudar o mundo, mas se conseguirem mudar apenas a pessoa que está ao seu lado, já fizeram muito mais do que 99% da população. Os animais não podem se defender, eles só têm a nós, seres humanos, para defendê-los, e exatamente por isso temos que nos manter equilibrados para fazê-lo, e fazer com prazer, paixão e de maneira otimista.
Abra seu coração e doa ração, faça carinho em um animal na rua, visite nosso abrigo e acima de tudo aprenda cada vez mais com os animais!
* Max Amaral é Diretor Geral da ONG AIPA-Amigo Bicho

sábado, 20 de janeiro de 2018

BENEFÍCIOS FÍSICOS E PSICOLÓGICOS DA RELAÇÃO HOMEM X ANIMAL


BENEFÍCIOS FÍSICOS E PSICOLÓGICOS DA RELAÇÃO HOMEM X ANIMAL
- Desde 1792, na Inglaterra, já existiam estudos que mediam os benefícios da relação mais estreita com os animais, a começar com os doentes mentais.
- Dois médicos da África do Sul, Prof. Johannes e a Dra. Susan Lehmann, obtiveram ótimas respostas sobre os mecanismos biológicos alterados na relação entre seres humanos e animais. Tanto humanos como os cães sofrem uma mudança hormonal benéfica nas endorfinas beta, phenilatalamina, prolactina, dopamina e oxitocina dentro de uma interação positiva de 15 minutos. A liberação dessas substâncias químicas não somente faz as pessoas felizes, mas também diminui o hormônio do estresse, que é o cortisol. (Odendaal, 2001)
- Um dos últimos estudos do Dr. Odendaal envolveu 6 participantes clinicamente depressivos, os quais tiveram a visita de cães por 30 minutos diariamente. O sangue das pessoas do grupo, antes de receberem a visita dos cães, foi medido e apresentou baixo nível de aminoácidos de precursores químicos, que criam o prazer e a alegria, a serotonina, phenylethylamine e dopamina. Depois que os cães foram introduzidos, os precursores do aminoácido dessas substâncias químicas aumentaram no soro do sangue. As pessoas relataram que se sentiam menos deprimidas. (Odendaal, 2003)
- O prof. Warwik Anderson descobriu, num estudo com amostra de 6.000 pessoas, que os proprietários de cães e gatos tinham significativamente menos taxas de trigliceres e colesterol do que os não proprietários. (Anderson, 1992)
- Um estudo de grande escala na Austrália mostra a associação entre os proprietários de animais de estimação e vantagens para a saúde física e fisiológica. Foi reportada uma associação entre os proprietários e os baixos níveis de fatores de risco para doenças cardiovasculares. (Anderson, Reid & Jennings, 1992; Wilson, Turner, 1998) Níveis mais baixos de plasma, trigliceres, colesterol e pressão sangüínea sistólica foram descobertos em proprietários, especialmente entre os homens.
- O estudo realizado por Érika Friedmann e Sue Thomas, 1995 (Wilson, Turner, 1998), identificou que proprietários de cães tinham sobrevida maior depois de um ataque do coração do que não proprietários.
- Recentes estudos apontam que as crianças entre 5 e 12 anos, que têm animais de companhia, têm mais sensibilidade e compreendem melhor os sentimentos de outras pessoas e têm mais sensibilidade e compreendem melhor os sentimentos de outras pessoas, têm mais empatia. Crianças mais jovens desenvolvem mais rapidamente a cognição e se tornam até mais espertas, com aumento considerável em seus pontos de QI. Podem desenvolver mais rapidamente sua coordenação motora, campo visual e sua inter-relação com o mundo exterior.
- Alunos que têm um envolvimento maior com os animais têm maiores índices de liderança e de altruísmo e menores índices de problemas comportamentais e menos ansiedade.
- Há programas nos quais as crianças lêem para o cão. Um desses foi criado em 1999 nas escolas de cursos básicos na cidade de Salt Lake City – E.U.A. – e realmente funcionou. Alguns cães foram treinados para essa tarefa, cada criança tinha 20 minutos com o cão: 2 minutos para cumprimentá-lo, 15 minutos de leitura e um pouco mais para despedir-se. O que ficou claro foi um ambiente de relaxamento e de descontração que proporcionou aos 6 primeiros participantes, em 10 semanas, ótimos resultados. As mesmas premissas são endossadas por outros pesquisadores neste campo, com pesquisas envolvendo 38 crianças. Observaram que a presença de um cão resultou também na redução da pressão sangüínea das crianças, enquanto elas liam calmamente em voz alta. (Lynch, 2000)
- Especialistas afirmam que a observação de um aquário cheio de peixes é tão eficaz quanto qualquer outra técnica tradicional de meditação, porque diminui também a pressão sangüínea. (Lynch, 2000)
- No caso da separação dos pais, os animais podem prover distração, conforto e ter um efeito positivo sobre as crianças. (Bergler, 2001)
- Em hospitais e clínicas psiquiátricas, os pacientes hospitalizados têm nos animais um catalisador para interações que ajudam no tratamento. (Bardill, Hutchinson, 1997) Diminuem a ansiedade e servem como uma recreação terapêutica. (Barker, Dawson, 1998; Hall, Malpus, 2000)
- Com os idosos, os benefícios da relação com os animais vão desde a melhora na socialização, no cuidado com a própria saúde para poder cuidar do animal, até redução do estresse, pressão sangüínea, triglicerides, açúcar e outros. (Allen K. et al., 1997; Dembicki, Anderson, 1996)
- Passear com os cães também é saudável. Recente estudo da faculdade de Harvard mostra que mulheres que passeavam de forma moderada tiveram menos risco de doenças nas artérias coronárias do que aquelas que não se movimentavam. Demonstrou-se também que perderam peso, reduzindo ainda o risco de diabetes em 58%. (Becker, 2002)
(FONTE: Terapia & Animais de Jerson Dotti, Editora Noética, SP, 2005)

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Como agir em casos de agressividade por possessividade?


Por Equipe Cão Cidadão
Imagine um cãozinho que é um amor com seu dono, mas que se torna agressivo quando está com a bolinha preferida na boca... Ele pode estar manifestando agressividade por possessividade. Aí vão algumas dicas para o proprietário evitar e controlar esses casos.
A agressividade faz parte do comportamento dos cães. É transmitida geneticamente e pode sofrer alterações dependendo de tipo de criação (socialização, educação, etc). A agressividade pode ser apresentada desde filhote, enquanto estão disputando a mamada da mãe; durante a adolescência, quando os machos começam a disputa na hierarquia; nos adultos quando defendem o território ou a comida; além de muitas outras situações ou fases de vida.
A agressividade por possessividade acontece quando o animal demonstra agressividade com objetos valiosos (brinquedos preferidos), pessoas ou outros animais. Um bom exemplo é quando o proprietário pega o cão no colo e ele fica latindo e rosnando para outras pessoas ou animais. Outro caso bem comum é quando o cachorro está com a bolinha preferida na boca e fica agressivo se alguém tenta pegar.
O melhor controle é a melhor prevenção. Acostume seu cão, desde filhote, com diversos brinquedos, ossos, manipulando os objetos na boca do animal. Por exemplo: quando for pegar osso da boca do cachorro, recompense a atitude correta. O comando “solta” é de grande utilidade para evitar o problema. O cão também deve aceitar e ser recompensado pela aproximação de outras pessoas ou animais quando está no colo ou perto do dono.
A hierárquica deve estar muito bem definida para o animal, sabendo que todas as regras e limites são estabelecidos pelos proprietários, caso contrario, ele pode tentar liderar algumas situações como, se mostrar agressivo quando alguém abraçar seu dono.
Valorize outros brinquedos ou tenha dois iguais. Se o cão ficar agressivo quando está com o bicho de pelúcia o proprietário pode tentar trocar por uma bola (que o cachorro também valorize) ou por um bicho de pelúcia idêntico.
Desde o início nunca reforce um comportamento de agressividade como, achar engraçado o cão rosnar quando alguém tirar a bola de sua boca. O proprietário deve lembrar que é muito mais fácil corrigir a agressividade no começo.
Caso o cão esteja muito agressivo, nunca tente o confronto direto, pois pode ser perigoso. Associe bons acontecimentos com o fator que desencadeia a agressão. Se o problema for à aproximação de outra pessoa perto do dono, trabalhe recompensando o animal enquanto ele não estiver agressivo.
Seja qual for o caso de agressividade, este problema pode colocar em risco a segurança dos envolvidos. Por isso, conte sempre com a ajuda de um adestrador ou especialista em comportamento no local, para avaliar o caso e dar as orientações necessárias.
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Texto: Rodrigo Caldarelli (Adestrador da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Filmes Com Abusos de Animais


Filmes Com Abusos de Animais

São várias as produções de Hollywood onde os animais são feridos e mesmo mortos durante as filmagens, o que já motivou diversas investigações e originou diversas polémicas. Esta lista, compilada pelo “The Fifth Estate“, apresenta alguns filmes onde tal se verificou. A imagem à esquerda é um frame retirado do filme “Jesse James”, de 1939, onde um cavalo foi morto após ser atirado de um penhasco com mais de 20 metros de altura em direção a um rio.
1894
Rat Killing: Cineastas de Thomas Edison produzem um filme onde é mostrado um Fox Terrier a rasgar ratos.
1903
Electrocuting an Elephant: Mais uma obra dos cineastas de Thomas Edison. Desta vez, é mostrada a morte por eletrocutamento de um elefante chamado Topsy, que tinha morto a sua tratadora, após esta o alimentar com um cigarro aceso. Na curta-metragem, Topsy tem espasmos de dor, a pele começa a deitar fumo e, então, cai morto. O filme foi um sucesso junto da audiência.
1918
Tarzan of the Apes: Elmo Lincoln, o primeiro Tarzan de Hollywood, matou o leão que aparece a combater no filme. O leão, alegadamente drogado, foi esfaqueado até à morte.
1925
Ben Hur: Pelo menos uma centena de cavalos foi dada como morta durante as filmagens deste clássico do cinema. A maioria das mortes ocorreu na filmagem da famosa cena da corrida de carroças.
1930
The Silent Enemy: Numa cena deste filme, são protagonistas um leão da montanha e um urso, a lutar um contra o outro. Para a produção desse confronto, os dois animais foram mantidos em jaulas durante vários dias, sem comida, e então libertados para disputar a todo o custo a carcaça de um veado.
1931
Trader Horn: Nomeado para melhor filme. Para a produção de uma das cenas, leões foram deixados à fome e depois libertados para perseguir hienas, macacos e um veado, que estavam presos numa cerca para não poderem escapar. Estas filmagens ocorreram no México para não serem afetados pelas leis de proteção dos animais.
1936
The Charge of the Light Brigade: 25 cavalos morreram durante a filmagem da famosa batalha. Foi tão grande a brutalidade que chamou a atenção do congresso americano que, pela primeira vez, começou a debruçar-se sobre a problemática da crueldade contra os animais nos filmes.
1939
Jesse James: Um cavalo morre depois de ser atirado numa queda superior a 20 metros. Esta cena foi a catalisadora para que a American Humane Association começa-se a supervisionar a segurança e o conforto dos animais utilizados em filmagens.
1979
Apocalypse Now: Um boi é cortado a meio durante uma encenação de um sacrifício.
1980
Heaven’s Gate: Quatro cavalos morreram durante as filmagens. Um dos cavalos morreu depois de ter sido detonado um explosivo debaixo dele.
1981
Reds: Vários cavalos foram violentamente atirados para o chão em plena corrida.
1984
The Heart of the Stag: Um veado morreu de stress durante a filmagem da cena mais climática. Para não estragar a cena, a cabeça do veado foi cortada e o ator é filmado em close-up lutando contra ela.
1988
Project X: Vários chimpanzés foram abusados durante as filmagens deste aclamado filme de Hollywood. As autoridades de Los Angeles e a American Humane Association iniciaram uma investigação ás denúncias desses abusos, mas a investigação foi interrompida por motivos desconhecidos antes de ser conhecida qualquer conclusão.
Rambo 3: À semelhança de “Reds”, fios foram usados para deitar cavalos ao chão.
1999
The Thirteenth Warrior: Dois cavalos foram feridos durante a produção do filme. Um dos cavalos acabou por ser abatido depois de um fio ter cortado o tendão de uma das suas patas.
2005
Manderlay: Um burro foi abatido para a produção de uma cena dramática. O ator John C Reilly abandonou o filme em protesto e a cena acabaria por ser removida na montagem final.
Flicka: Dois cavalos foram mortos durante as filmagens. Um dos cavalos morreu após ser pontapeado na cabeça por outros cavalos, durante a filmagem de uma cena que descreve uma partida de cavalos selvagens.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Espaço do Filhote: ensinando comandos básicos


Por Equipe Cão Cidadão

foto: Waldarez da Silva Telhe
Chegamos hoje no último capítulo do Espaço do Filhote. Passamos nas últimas semanas pelos principais assuntos relacionados aos primeiros dias do filhote em casa, num guia sobre as principais dúvidas para os donos de primeira viagem. Ensinamos como escolher um filhote, como preparar a casa, como evitar o choro, necessidades, como evitar mordidas, preparando para passeios, veterinário, banho, como acostumar com carro e como fazer a sociabilização. Agora chegou uma hora bem divertida: ensinar comandos! Isso mesmo! Muitas pessoas têm certo preconceito, achando que os comando são apenas truques e que ensiná-los é dispensável. Na verdade o adestramento é uma importante ferramenta para melhorar a comunicação entre dono e cachorro. Além de permitir o dono desenvolver uma boa liderança, fundamenta para evitar alguns tipos de problemas comportamentais.
O adestramento deve começar assim que seu filhote chega em casa. Como falamos anteriormente, você deve usar a recompensa para reforçar o bom comportamento. Não tenha presa, e também não se frustre se estiver tento dificuldades. Lembre-se que não adianta nada gritar ou bater no animal, as primeiras lições devem ser divertidas e prazerosas para ambas as partes.
Aí vão algumas dicas para ensinar alguns comandos básicos de obediência:
Senta
Coloque a mão acima do focinho do cão segurando um petisco, e faça o movimento em direção a traseira do animal, nesta hora o cão terá que olhar para cima, para poder continuar vendo o petisco, o cão dará alguns passinhos para trás e ele acabará sentando para ficar em melhor posição. Assim que ele sentar, dê a recompensa. Repita o exercícios várias vezes e, ao poucos, se distancie do cão, de forma gradual, um passo de cada vez. Faça o mesmo movimento, sempre com uma recompensa. O mais importante é que você consiga fazer em que ele fique na posição do comando “senta” quando for entregar a recompensa, caso ele levante, não dê o petisco e faça mais uma vez.
Dá a pata
Parece muito complicado, mas não, o cão já tem esse comportamento de maneira instintiva. Isso porque, quando mamava, o filhote colocava as patinhas na tetinha da mãe, para então conseguir sugar o leite com mais facilidade. Desta forma segurando um petisco de frente com o focinho do cachorro já na posição do SENTA, deixe ele lamber, cheirar, mas não entregue a guloseima. Segure firmemente até que o filhote coloque a pata para poder “abrir” sua mão. Nesta hora entregue o petisco a ele. Se o cãozinho tiver muita dificuldade, segure o petisco e incline um pouco sua mão para o lado direito ou esquerdo, (bem devagar). Repita o exercício algumas vezes, e lembre de entregar a recompensa na hora certa.
Fica
Este comando exige muita paciência e tempo, já que os cães gostam de ficar próximo de nós, mas também não é difícil. Coloque seu animal ma posição SENTA e fique de frente para o filhote, com a mão espalmada, “sinal de pare” fale para ele “FICA” e entregue a recompensa. Mais uma vez, fale “FICA”, espere dois segundos e recompense. De forma gradual, vá aumentando os segundos do FICA, você pode mudar também seu posicionamento, falar “FICA”, dar um passo para trás e voltar e entregar a ele o petisco. Dois passos, três passos, e assim por diante... O importante não é brigar com seu animal caso ele saia da posição. Muitos cães ficam muito ansiosos para correr em direção do dono. Ignore o erro, não recompense, volte e comece de novo.
Vem
Este comando é bem fácil! Diga “VEM” e mostre a recompensa. Quando o filhote estiver próximo, dê a ele o petisco. Repita o exercício em diversas situações. O mais importante é você não usar este comando para dar bronca no cachorro, quando ele faz coisa errada. Pois quando você der o comando ele vai preferir se esconder de você. Se você já tem esse costume, procure outra palavra como “AQUI” , “JUNTO” ou o nome do cão. Melhor avisar todos que moram na sua casa também, para não confundir seu animal. Mostre ao seu filhote que, se ele atender o seu pedido, ele será recompensado e ganhará atenção, carinhos e petiscos.
Comece todos os treinos em lugares neutros, e ao poucos vá diversificando os locais... Comece em casa, depois tente em cômodos diferentes, no quintal. Quando o cãozinho já estiver respondendo bem aos comando, passe a fazer os treinos e locais com bastante estímulos, como no parque. Mas lembre-se: mesmo treinando o animal, sempre que estiver na rua deixe o cão com coleira e na guia para evitar acidentes.
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Texto: Karina Pongrácz (Adestradora e Consultora de Comportamento da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Podem os Cães Ler a Nossa Mente? Não Exatamente…


Podem os Cães Ler a Nossa Mente? Não Exatamente…


No passado mês de Setembro, escrevemos aqui no Mundo dos Animais um artigo que se tornou bastante popular, sobre a capacidade de os cães lerem a nossa mente, partilhando um estudo publicado na Learning & Behavior que explica o curioso caso dos cães parecerem que nos entendem como ninguém, como se de alguma forma praticassem telepatia canina.
Hoje, vamos continuar a abordar esse assunto sempre entusiasmante, sobretudo para donos de cães, com informações de novos estudos realizados sobre essa relação entre os cães e o ser humano.
Quem convive regularmente com cães, já deve ter pensado que, por vezes, os cães parecem realmente ser capazes de ler a nossa mente, perceber o nosso estado de espírito, detetar se estamos com algum problema de saúde, entre outras situações. Mas o segredo dos cães parece estar nos nossos próprios olhos: os cães seguem os movimentos dos nossos olhos, que lhes dão sinais das nossas intenções.
Os bebés humanos também possuem esta habilidade, descrita na última edição da Current Biology. Esta revelação talvez explique porque motivo os donos costumam tratar os seus animais de estimação como se fossem crianças.
“Os cães estão recetivos à comunicação humana de uma forma que, anteriormente, estava atribuída apenas a bebés humanos de 6 meses de idade” explicou o co-autor deste novo estudo, Jozsef Topal, à Discovery News.
“Eles leem as nossas intenções de comunicação de uma forma pré-verbal, uma forma semelhante aos bebés” acrescentou Topal. A comunicação pré-verbal é a forma que os bebés nos interpretam e se exprimem sem usar as palavras, pois não aprendemos logo a falar.
Os investigadores afirmam que os atributos sociais dos cães atingem o nível de uma criança com dois anos de idade, uma vez que o único talento que lhes falta é a linguagem.
“Estes atributos dos cães ajudam a fortalecer a ligação cão-humano, que é atualmente única tendo em consideração as diferenças biológicas entre as duas espécies”.
Os cães foram os primeiros animais a serem domesticados e aparentemente sem benefícios diretos, como alimento ou pastoreio. A cognição social dos cães evoluiu durante milhares de anos, nos quais muitos dos atributos selvagens (como os lobos) foram transformados e adaptados pelos desafios de uma vida em conjunto com os seres humanos.
Topal e a sua equipa suspeitam que os cavalos e os gatos domésticos também sejam capazes de ler as nossas intenções, uma vez que vivem de forma próxima a nós há também muitos anos.
Num estudo à parte, publicado na Animal Behavior, os investigadores descobriram que os cães comunicam com as pessoas para pedir, mas não para informar. Seja como for, fazem-no de forma bastante concentrada e intensa.
Juliane Kaminski, líder deste segundo estudo, indicou que “fica demonstrado como os cães estão sintonizados de forma intencional com a comunicação humana e quão importante determinados sinais são para eles, de forma a perceber quando é que a comunicação é relevante e direcionada para eles”.
Topal pensa ser possível que os cães, por vezes, sejam até superiores aos seres humanos adultos no que diz respeito a interpretar intenções, uma vez que estão atentos a todos os sinais como odores, sons e outras pistas que possam indicar algo.
“Os cães aprendem facilmente a associar até os comportamentos inconscientes dos seus donos com as respetivas intenções. Desta forma, um cão adquire a habilidade de antecipar o comportamento seguinte do seu dono, e isto em determinados casos dá a sensação de que o cão acabou de ler a nossa mente” concluiu Topal.
Fonte: Discovery News
Foto: Getty Images

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

A Presença dos Animais na História do Homem


A Presença dos Animais na História do Homem


animais historia homem
O Homem, desde os seus primórdios, sempre teve uma estreita relação com mundo animal, ligada sobretudo à sua própria subsistência e sobrevivência.
Os animais sempre foram elementos integrantes do meio ambiente que os rodeava, não sendo portanto de estranhar que as primeiras representações artísticas sejam da fauna existente.
Existia uma multiplicidade de estilo e suporte para estas figuras, sendo as mais comuns as gravadas em pedra (as chamadas gravuras rupestres), ou pintadas no interior de grutas e abrigos, recorrendo a pigmentos retirados de plantas e minerais como o ocre.
Os animais mais representados são auroques (uma espécie de bovídeos já extintos), cavalos, cabras montanhesas, veados e peixes cujas espécies não foram passíveis de identificação.
animais historia homem
Os desenhos rupestres encontram muitas vezes sobrepostos e estendem-se por dezenas de metros ao longo dos rios. Pensa-se que estes locais se tratariam de santuários ao ar livre, onde o Homem primitivo idolatrava os seus deuses e a Natureza que o rodeava, daí a recorrência destes espaços ao longo dos séculos para a gravação de figuras. Esta relação estreita entre o Homem Pré-Histórico e os animais deve-se sobretudo ao impacto que estes tinham na vida das comunidades, grandemente dependentes da caça.
Muitos destes espaços ainda existem e podem ser visitados. Exemplo disso é Parque Arqueológico do Vale do Côa ou a Gruta do Escoural em Montemor-o-Novo. Foi também neste período (Paleolítico) que o cão foi domesticado, acompanhando o Homem na caça e mais tarde como ajuda para controlar o gado.
Contudo ao longo dos milénios que marcaram a evolução do Homem esta relação também se modificou. Se inicialmente este caçava e recolhia os alimentos, com as mudanças climatéricas ocorridas, aumento de população e com a sua própria evolução cultural, os animais passaram a coabitar com o ser humano dando-se início ao processo de domesticação dos mesmos.
animais historia homem
Este processo ocorreu há cerca de 9 mil anos a.C. (Neolítico), no Próximo Oriente, quando as bases económicas se transformaram gradualmente, passando a existir agricultura e pastorícia e consequentemente uma sedentarização do Homem, até aqui nómada.
Segundo vestígios arqueológicos, o primeiro animal a ter sido domesticado foi a ovelha, ideal pela quantidade de recursos que disponibilizava – carne, lã, couro e leite.
Bovídeos, equídeos, suínos e caprinos foram domesticados um pouco mais tarde por servirem de força de trabalho, meio de transporte e fonte de matéria-prima.
As aves, assim como os gatos tornaram-se animais domésticos inicialmente no Egipto. O gato pela sua capacidade de manter os celeiros limpos de pragas e pelo culto religioso que lhe era prestado e as aves pelo seu canto e estética, tornando-se um animal ornamental. Ao longo dos séculos estas relações intensificaram-se dando origem ao animal de companhia nas mais variadas espécies desde anfíbios, repteis até ao comum cão e gato.

Mais informação:

Paleolítico
http://www.ipa.min-cultura.pt/coa/pt/Paleolithic/Paleolithic
http://www.ipa.min-cultura.pt/coa/pt/Paleolithic/Paleo_Art
Neolitico
http://algarvivo.com/arqueo/neolitico/index.html
Antigo Egipto
http://www.museu.gulbenkian.pt/serv_edu/navegar_no_antigo_egipto/egipto.html
Bibliografia:
LOPES, Maria da Conceição, Arte Portuguesa – Da Pré-História ao século XX, 2008, s.l., Fubu Editores
BRUNET, Teresa Chapa, CASTRO, Gérman Delibes de, Grande História Universal, “O Neolítico”, pp.5-56, s.a., Valladolid, Ediclube Edições
SILVA, Armando Coelho Ferreira da, RAPOSO, Luís, SILVA, Carlos Tavares da, Pré-história em Portugal, 1993, Lisboa, Universidade Aberta
CARVALHO, José Filipe Carvalho, GABRIEL, Olga, DAMOS, Elisabete COSTA, Anabela, FIGUEIREDO, Silvério, A Domesticação, in http://www.paamt.ipt.pt/PAAMT_old/discussaoprep.html#Silverio

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Super Dicas


Super Dicas

Foto: puppypottyrain.wordpress.com

Treinando seu amigo para corrigir comportamentos inadequados.

  1. Mantenha seu cão entretido várias vezes ao dia, com algum brinquedo que ele goste muito, assim ele vai gastar energia!
  2. Para acabar com os pulos em você ou nas visitas, ignore esse comportamento e somente dê atenção ao seu cão quando ele estiver mais calmo.
  3. Ao iniciar o treinamento para as necessidades fisiológicas do seu cão, forre uma área com jornal e vá diminuindo essa área, gradualmente, até restar uma folha de jornal (e não esqueça de lhe dar um petisco, toda vez que acertar!).

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Nutrição Animal


Nutrição Animal


Foto: JnL - Flickr

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     O órgão governamental que regulamenta o setor de nutrição animal é o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e não existe nenhum critério definido para classificar os produtos nestes segmentos. Este órgão caracteriza os alimentos para cães e gatos de acordo com a sua função em três categorias. São elas:
1) alimento completo e balanceado- tem a finalidade de suprir todas as necessidades nutricionais em um único produto;
2) específicos - compreendemos biscoitos e petiscos - têm o objetivo de agrado;
3) alimentos coadjuvantes -destinados aos animais que apresentam alguma enfermidade (diabetes, obesidade, entre outras).

     A segmentação dos produtos, em econômico,  Premium e Super Premium compreende uma classificação mercadológica.  Nem todos os produtos que se definem como Super Premium podem ser tecnicamente denominados como tal.
     Os alimentos Super Premium são caracterizados por apresentarem maiores níveis de garantia (proteína e gordura) e, consequentemente, possuem maior quantidade de calorias. Apresenta um ótimo aproveitamento por parte do organismo dos animais, conceito chamado de digestibilidade. Estas características permitem que a quantidade fornecida para suprir as necessidades energéticas e nutricionais dos cães e gatos seja menor.
     Outro grande diferencial do alimento Super Premium é a presença de ingredientes funcionais, que além de fornecerem nutrientes, agregam algum benefício à saúde do pet. Exemplos de ingredientes funcionais são: prebióticos, fibras especiais como a polpa de beterraba, a fibra de ervilha, psyllium, sulfato de condroitina e glicosamina, entre outros.
     Além das características relacionadas ao produto é importante considerar a idoneidade da empresa que os fabrica, ou seja: sua origem; há quanto tempo está no mercado; se investe em pesquisa; como avalia seus produtos; se possui um SAC que proporciona atendimento adequado; entre outros pontos. Portanto, classificar um produto em uma determinada categoria mercadológica exige conhecimento.

Fonte: Karina N. Venturelli Gonçalves – veterinária e gerente de desenvolvimento técnico Pet do Grupo Guabi.