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quarta-feira, 20 de junho de 2018

Dicas práticas para mudar de casa com seu gato


Dicas práticas para mudar de casa com seu gato

Quanto mais tranquila for a mudança de casa, melhor para todos. Especialmente para o gato.
Vacinar com antecedência
Gatos são animais bastante territorialistas. Por isso, podem facilmente ficar estressados quando o proprietário os leva, definitivamente ou temporariamente, para morar em outra casa.
Não é conveniente submeter o gato ao estresse psicológico e imunológico da vacinação logo antes ou logo depois da mudança. Portanto, se for vaciná-lo, procure fazer isso pelo menos 10 dias antes ou somente depois de o gato estar bastante familiarizado e relaxado no novo ambiente. Não devemos, portanto, fazer com que a mudança e a vacinação ocorram ao mesmo tempo, para não aumentar as chances de o gato desenvolver doença logo depois de ter iniciado a viver no novo lar.
Aumentar o apetite
Se o gato ficar por alguns dias sem comer, pode desenvolver um problema fisiológico e até morrer por causa disso. Como o estresse diminui o apetite do gato, é interessante estimular a vontade de comer, por garantia.
Ao perceber que o gato não se alimenta após a mudança, há quem lhe sirva ração úmida como forma de motivá-lo com comida mais palatável. Mas esse não é o melhor momento para exigir que o sistema digestivo do gato se adapte quimicamente e microbiologicamente a um outro alimento, apesar de que essa solução é melhor do que ele ficar sem comer.
O truque é começar a controlar a quantidade de alimento oferecido vários dias antes da mudança. Dar um pouco menos fará o apetite do gato aumentar muito. E diminuirá bastante a chance de haver greve de fome logo após a mudança. Mas, atenção: a restrição deve ser feita com critério.
Último a sair
Quase toda mudança envolve uma grande movimentação de pessoas e bagunça, tanto na casa “antiga” quanto na nova. O gato ficará menos estressado se for deixado confinado em um quarto da casa antiga, já que se sentirá no território dele.
Liberação gradativa
Gatos só conseguem realmente relaxar quando conhecem e controlam o ambiente no qual estão. Quanto maior a casa nova, mais tempo levará para isso acontecer e ele se sentir seguro.
Ao instalá-lo no novo local, a dica é, portanto, confiná-lo em um quartinho com água, caixa de areia e locais agradáveis para dormir. Evite pôr comida e água próximas à caixa de areia, pois isso pode inibir o uso do banheiro.
Só libere a nova casa por inteiro ao gato quando você tiver certeza de que ele come, bebe, se alivia e dorme normalmente. Mantenha livre o acesso ao quartinho usado inicialmente pelo gato, até ele estar bem acostumado à nova casa.
Se ele voltar a ficar estressado quando o acesso ao resto da casa for liberado, confine-o novamente. E, no início, só permita a exploração de toda a casa por apenas algumas horas por dia.
Ajuda de cheiros e objetos conhecidos
Nos primeiros dias, esfregue-se nas paredes, nos objetos e no carpete do quartinho onde o gato ficará. O seu cheiro, conhecido por ele, funcionará como um calmante natural. Use objetos aos quais o gato está acostumado, como caminhas, arranhadores, etc., – a presença deles também ajuda a reduzir o estresse. Depois que o gato estiver bem, os objetos podem ser removidos, aos poucos.
Desarmonia entre gatos amigos
Às vezes, gatos amigos começam a brigar logo após a mudança. Assustados, podem se atacar e um ficar com medo do outro ou perderem a confiança mútua. O mais grave desses acidentes é gerar desequilíbrio numa situação que era harmoniosa entre os gatos.
Para evitar o problema, antes de os gatos serem soltos no quartinho, devem permanecer por algumas horas dentro de suas caixas de transporte ou gaiolas de exposição. Assim, quando saírem, já não estarão tão apavorados e diminuirá muito a chance de se defenderem atacando.
Mesmos funcionários
A fase da mudança não é a melhor para apresentar o gato a um novo time de funcionários. A tendência é as pessoas desconhecidas estressarem os gatos, enquanto que as pessoas conhecidas os acalmam. Além disso, funcionários que conhecem os gatos podem ajudar a observar se está tudo bem com os felinos nos primeiros dias, principalmente se o proprietário não puder estar presente.
Fonte: Revista Cães & Cia, n. 348

terça-feira, 18 de julho de 2017

Quanto meu Pet Afeta Minha Vida?


Quanto meu Pet Afeta Minha Vida?


Atualmente considerados integrantes das famílias, eles afetam diretamente a rotina da casa e dos donos. Por isso, promover o máximo em conforto é uma forma de deixar toda a família feliz.

Foto: Vetnil/  Divulgação
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     Ele pode fazer xixi no tapete da sala, arranhar o sofá, ou se apropriar de objetos pessoais para fazer de brinquedo, mas uma coisa, porém, é inegável: os pets são alegria garantida no cotidiano de toda família.
     Só quem tem um animalzinho de estimação sabe a diferença que ele faz. Prova disso é que basta o bichinho se perder por um dia que a família já passa a noite em claro, rondando o bairro, conversando com os vizinhos e caçando pistas que indiquem onde foi parar o tão amado companheiro.
     De acordo com pesquisa do Sindan, Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal, mais de 25 milhões de cães e sete milhões de gatos habitam os lares das classes A, B e C da população brasileira. Além de uma ótima companhia, os bichinhos trazem inúmeros benefícios à saúde e ao bem-estar dos seres humanos.
     Cientistas já comprovaram que ter um animal de estimação em casa ajuda o dono a relaxar, combater o estresse, a depressão e o sentimento de solidão, e aprender a lidar com a perda. Para as crianças, os animais trazem ainda mais benefícios, como auxiliar no desenvolvimento de atividades motoras, no senso de responsabilidade, e na noção de convivência com as diferenças, entre outros.
     Mas além de trazer benefícios à saúde, de que forma o animal pode afetar a sua vida em família?

Bate-papo em família
     Uma pesquisa realizada na França aponta que ter pets em casa facilita a comunicação entre os membros da família. O levantamento revelou que 76% dos entrevistados admitiram bater mais papo entre eles depois que o animal de estimação chegou ao lar.
     Para a veterinária Isabella Vincoletto, da Vetnil, o resultado do estudo faz sentido. “É comum querermos compartilhar as novidades e as façanhas dos pets, é o tipo de assunto que rende conversa e descontrai o ambiente familiar, o que é muito positivo para a família e para o animal, que recebe essa atenção especial”.

Tarefas domésticas e a união familiar
     Ter animais em casa requer disposição para realizar uma série de tarefas, como dar comida aos bichinhos, trocar a água, levar para passear (no caso dos cães), manter a higiene dos animais, além de reservar um tempinho diariamente para dar carinho e brincar com eles. Quando o animal é parte de uma família, é comum que aconteça uma divisão de tarefas entres os familiares.
     Isso contribui com a organização da rotina da casa e, quando dá certo, a divisão de tarefas pode ser aplicada a outros serviços domésticos. Além disso, realizar algumas tarefas em conjunto pode ser uma boa pedida para aproximar as relações familiares.
     É o que acontece quando, por exemplo, pai e filho saem juntos para levar o cão para passear. “Algumas tarefas ficam muito mais divertidas quando feitas em conjunto, como brincar com o animal ou até mesmo dar banho nele. São atividades ideais para pais e filhos realizarem juntos”, sugere Isabella.

Planejamento em família
     Sendo parte integrante da família, o animal de estimação faz parte do planejamento desta. Nesse sentindo, os pets entram não só no planejamento da rotina de atividades da casa, como também no orçamento domiciliar e na programação da família.
     Quando o animal adoece, a preocupação e os cuidados com ele são divididos com toda a família, da mesma forma que quando a proposta é planejar as próximas férias, é importante que todos opinem sobre o destino do animal durante a temporada fora de casa: se ele viaja junto, se fica sob os cuidados de algum amigo ou parente ou até mesmo em um hotel para animais. O pet é parte da família, por isso é preciso pensar qual a melhor forma pra incluí-lo no planejamento familiar.

Fonte: Atitude Press Assessoria em Comunicação

quinta-feira, 25 de maio de 2017


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sábado, 12 de maio de 2012

Gatos Recriam Capas dos Álbuns Mais Icónicos


Gatos Recriam Capas dos Álbuns Mais Icónicos


Os álbuns mais lendários da música, cujas capas eram por si só obras de arte apreciadas por fãs e não fãs e são hoje sobejamente conhecidas, foram recriadas no The Kitten Covers para mostrar como elas deveriam ter sido originalmente criadas (hehe)… com gatos claro.

Os álbuns mais icónicos recriados com gatos
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sexta-feira, 11 de maio de 2012

30 Fotos de Gatos a Dormir (Atenção! Sobrecarga de Fofura…)


30 Fotos de Gatos a Dormir (Atenção! Sobrecarga de Fofura…)


Os gatos são elegantes em tudo. Até a fazer asneiras conseguem ser engraçados e fofinhos – e nós, donos, em vez de os fazermos ver que fizeram uma asneira, ainda nos rimos ou nos deixamos levar por aquele olhar de gato das botas.
Um dos momentos mais fofinhos dos gatos é sem dúvida a sua sesta, que compreende várias horas diárias. Pelo relaxamento que eles demonstram, pelo aproveitamento dos melhores locais (ou não) e pelas posições que adotam, que vão do hilariante ao incrível. Um gato a dormir derrete o coração a qualquer apaixonado destes pequenos felinos.
De seguida, apresentamos uma coleção de vários gatos a dormir nas posições mais estranhas, nos sítios mais incríveis e com uma sobrecarga de fofura que… só visto.
Que a fofura comece (níveis perigosamente altos nas próximas imagens)!

Etiquetas: Em Destaque, Fotos, Gatos

terça-feira, 8 de maio de 2012

Água Não Mata, Mas Molha… Este Gato Que o Diga


Água Não Mata, Mas Molha… Este Gato Que o Diga


Normalmente, os gatos têm um autentico pavor à água. Fogem dela como se de lava se tratasse. Esta aversão pode ter origem nos seus antepassados, habituados a climas desérticos e por isso adaptados a viverem com pequenas quantidades de água – apenas a necessária para sobreviverem. Ou pode ser simplesmente medo de se afogarem ou de sentirem frio.
O gato do vídeo mostrado em baixo, não admite sequer molhar as patinhas. E arranjou uma solução:

Etiquetas: Gatos, Vídeos

domingo, 8 de abril de 2012

Gato de Pallas






Nessa coluna vou falar um pouco de um gato selvagem que não é dos mais conhecidos, mas quem já viu, se apaixonou imediatamente - o Gato de Pallas (Otocolobus manul). O nome reflete o naturalista alemão que foi o pioneiro em descrevê-los em uma publicação cientifica em 1776, Peter Simon Pallas. Também conhecido como Manul (como eram chamados na Mongólia por séculos), são um dos gatos mais carismáticos e com uma aparência única entre os felinos, sendo mais ou menos do tamanho de um gato doméstico, medindo entre 50 a 62cm e pesando em média 4,5kg, mas com uma pelagem extremamente longa e densa no corpo e especialmente na cauda relativamente curta. A cara e arredondada e acentuada pela pelagem eriçada e branca, dando uma aparência quase de coruja, já que as orelhas são curtas e ficam quase escondidas - aliás o "otocolobus" do nome científico se traduz como "orelha feia" - na minha opinião esse Peter Simon Pallas tinha é muito mau gosto! As características únicas são as garras bem curtas e a ausência de dentes pré-molares na mandíbula superior.


A cor predominante é cinza claro, mas pode ter tons de ferrugem dependendo da sub-espécie, os pelos são "ticados" (com a base mais escura e pontas brancas), possuem listras discretas pretas nas costas e focinho, que ficam mais acentuadas na pelagem de verão, e pintinhas negras na cabeça. As patas são relativamente curtas, pois o habitat natural são montanhas rochosas com vegetação baixa na Mongólia, China, Rússia e Cazaquistão. Como a maioria dos felinos, o Pallas é solitário - até as fêmeas marcam o território com urina! - e mais ativo durante a noite, durante o dia se abrigam em pequenas cavernas ou buracos de marmotas abandonados. A dieta inclui pequenos roedores e pássaros, que são caçados pelo método de emboscada, já que esse gato, apesar de ágil, não é rápido o suficiente para apanhar a presa na corrida, como os guepardos por exemplo.


Três sub-espécies do gato de Pallas são reconhecidas cientificamente:

* Otocolobus manul manul — vivem nas partes mais ao norte, como a Sibéria
* Otocolobus manul nigripecta — encontrados nas partes centrais do Tibete, possuem a pelagem com listras negras mais acentuadas que os outros
* Otocolobus manul ferruginea — habitam o sudeste da região (Afeganistão, Irã), tem o pelo mais avermelhado


A gestação dos Pallas dura entre 66 e 75 dias e a ninhada é numerosa para um gato selvagem, podendo nascer até 6 filhotes; infelizmente a mortalidade é alta, pois os bebês dificilmente conseguem sobreviver a toxoplasmose (que não causa muito problema em outros felinos) e outras infecções, além das condições do habitat natural, sempre bastante frio, mesmo na primavera em abril-maio, quando os filhotes nascem. Em cativeiro podem viver cerca de 11 anos, obviamente muito menos na natureza onde até os anos 80 eram caçados para serem vendidos como animais de estimação, por causa da pele ou para serem usados em remédios tradicionais (absurdo dos absurdos que AINDA causa a morte de outros animais). Hoje em dia esses mercados são proibidos por lei (exceto na Mongólia), mas cerca de mil animais são mortos todo ano por caçadores ilegais, outros predadores ou acidentalmente capturados em armadilhas para marmotas ou lebres. A classificação atual da situação dos gatos de Pallas na natureza é NT - Quase ameaçada.


Os gatos de Pallas são meus nêmesis em termos fotográficos... como são muito tímidos, pequenos e noturnos, são especialmente difíceis de serem vistos e estarem dispostos a posarem. Um dos funcionários de um abrigo de gatos selvagens disse que ele poderia jurar que os Pallas desenvolveram um teletransporte felino: somem de vista em um segundo e só aparecem na hora da comida - pois é, todos os gatos são iguais, só muda o endereço!


Bea

| Foco Felino Selvagem

sábado, 31 de março de 2012

Síndrome do gato paraquedista


Síndrome do gato paraquedista

gato_caindo
Um fenômeno que ocorre com gatos que vivem em apartamentos.
O termo “Síndrome do gato paraquedista” surgiu na Espanha e é definido aqui no Brasil como “Síndrome da queda de grande altura”, um fenômeno que ocorre com gatos que vivem em apartamentos e acidentalmente sofrem grandes quedas.
Com o aumento da população mundial, um maior número de pessoas passou a viver em apartamentos, principalmente nas grandes cidades onde há uma busca intensa por espaço, segurança e praticidade.
Aliado a esses aspectos, o gato tem se tornado o pet ideal para o novo estilo de vida social: necessita de pouco espaço, não incomoda os vizinhos, pode ser alimentado apenas uma vez ao dia e faz suas necessidades na bandeja sanitária, tudo isso sem deixar de ser carinhoso e muito companheiro.
Acompanhando o número crescente de apartamentos e gatos que vivem neles, infelizmente cresce também o número de quedas acidentais desses animais em apartamentos que não possuem redes de proteção nas janelas e varandas.
Gatos são seres muito curiosos e possuem grande habilidade em andar em locais estreitos e altos; porém durante uma aterrissagem na janela podem escorregar ou mesmo durante uma caçada (passarinhos, borboletas) podem se desequilibrar e cair; alguns animais durante o sono podem fazer movimentos inconscientes e escorregar do parapeito. Infelizmente a grande maioria dos animais que sofrem quedas chega ao consultório politraumatizados e muitas vezes já sem vida.
Mas afinal, o que isto tem a ver com a Síndrome do gato paraquedista? É que curiosamente estudos comprovam que animais que caem de uma altura superior ao 7º andar de um prédio apresentam mais chances de sobreviver do que aqueles que caem de alturas menores.
Isso se explica devido ao fato de que quanto maior o tempo da queda, mais tempo o gato tem para rotacionar sua cabeça e colocar-se em posição quadrupedal, distribuindo melhor o peso do corpo e amortecendo a queda, além da capacidade de abertura das quatro patas, fato que aumenta a resistência do ar e diminui a velocidade da queda.
Porém devemos nos lembrar de que cada caso é um caso e alguns animais podem não estar aptos a desenvolver esse sistema (idosos, obesos ou gatos que estavam dormindo, por exemplo) e essa teoria pode ser falha.
Portanto, para evitar colocar a vida de nossos gatinhos em risco, devemos telar todas as janelas e varandas e de preferência com uma empresa especializada, que ofereça garantia do produto e serviço prestado.
E lembre-se: em certos casos a prevenção é a maior prova de amor que você pode dar ao seu gato.
Dra. Henriette Brito Jordão
CRMV-RJ-8489
Clínica auQmia – Nova Friburgo – RJ